- Materiais impressosR$ 18 mil24,1%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil20,3%
- PessoalR$ 12 mil15,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil10,3%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 22 mil29,6%
Pedro Sfalsini disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Governador Lindenberg/ES, com 2.890 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Governador Lindenberg/ES, declarou R$ 75 mil em receitas: R$ 17 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 58 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 75 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil) e pessoal (R$ 12 mil).
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Pedro Sfalsini declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Governador Lindenberg (ES) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 75 mil em receitas: R$ 17 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 58 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 75 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.