Francisco Geraldo de Paula Lopes

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Francisco Geraldo de Paula Lopes
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PSD
60 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Agricultor
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Geraldo Paulino (Francisco Geraldo de Paula Lopes) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para vereador e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Ipanguaçu em 2012; vereador de Ipanguaçu em 2012, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Ipanguaçu/RN: 4.986 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Ipanguaçu/RN, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 720), publicidade por adesivos (R$ 260) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 200). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 57% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

4.986 votos em 2012 (eleito) · 4 eleições

A votação de Francisco Geraldo de Paula Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Geraldo Paulino declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Ipanguaçu (RN) em 2012 e 2016, e prefeito em Ipanguaçu (RN) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 720) e publicidade por adesivos (R$ 260). Em 2012, 57% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2012R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Ipanguaçu (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 63% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 72047,1%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 350 lançados como "diversas a especificar"R$ 81052,9%
2012Vereador, Ipanguaçu (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
doações de pessoas
partido menos de 1% · pessoas 50% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil41,5%
  • Materiais impressosR$ 721,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil56,7%
2012Prefeito, Ipanguaçu (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 39% · próprios 61%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Francisco Geraldo de Paula Lopes (Geraldo Paulino): candidaturas e votos · Radar do Voto