Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Raucil (Raucil Aparecido do Espirito Santo) disputou 9 eleições entre 2000 e 2024, para vereador, deputado estadual, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Colinas do Tocantins em 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por TO: 1.612 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Colinas do Tocantins/TO, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 95 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 575 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 436) e publicidade por adesivos (R$ 208). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 40 mil em 2022 (74% com pessoal) e R$ 700 em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
159 votos em 2024 · 9 eleições
A votação de Raucil Aparecido do Espirito Santo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 3 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos
Professor Raucil declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Tocantins em 2006, 2010 e 2022, vereador em Colinas do Tocantins (TO) em 2012 e 2024, e prefeito em Colinas do Tocantins (TO) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 95 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 575 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 436) e publicidade por adesivos (R$ 208). Em 2022, 74% dos R$ 40 mil em gastos foram com pessoal; em 2016, 71% dos R$ 700 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2024R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 40 milcampanha encerrada; tudo pago
Outras 6 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 21 mil34,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE314LColinas do Tocantins, Tocantins · 26 anos · Ensino médio completo · Servidor Publico Estadual · PFL · nº 25777 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.