- PessoalR$ 40 mil42,1%
- Serviços de terceirosR$ 30 mil31,6%
- Serviços advocatíciosR$ 25 mil26,3%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1menos de 0,1%
Michelle Schwanke (PRD) teve 195 votos para deputada federal por Santa Catarina em 2026 e não foi eleita, pelo resultado oficial do TSE. Michelle Schwanke disputou 3 eleições entre 2022 e 2026, para deputada federal e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputada federal por SC: 978 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por SC, declarou R$ 125 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 95 mil, principalmente com pessoal (R$ 40 mil), serviços de terceiros (R$ 30 mil) e serviços advocatícios (R$ 25 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1 mil em 2024 (52% com serviços de terceiros) e R$ 114 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Michelle Schwanke em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Michelle Schwanke declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada federal por Santa Catarina em 2022 e 2026, e vereadora em Blumenau (SC) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 125 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 95 mil, principalmente com pessoal (R$ 40 mil) e serviços de terceiros (R$ 30 mil); R$ 95 mil já foram pagos. Em 2024, 52% dos R$ 1 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2022, 65% dos R$ 114 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.