- Materiais impressosR$ 261 mil56,5%
- Correspondências e despesas postaisR$ 88 mil19,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 56 mil12,1%
- Serviços contábeisR$ 23 mil4,9%
- Outras 4 categoriasR$ 34 mil7,4%
Gean Loureiro (UNIÃO) ficou como suplente de deputado estadual por Santa Catarina em 2026, com 37.804 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gean Loureiro (Gean Marques Loureiro) disputou 13 eleições entre 1994 e 2026, para deputado estadual, governador, prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 7 vezes: prefeito de Florianópolis em 2020 e 2016; deputado estadual em 2014; vereador de Florianópolis em 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2022, para governador por SC: 555.615 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SC, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 450 mil do Fundo Partidário, R$ 13 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 462 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 261 mil), correspondências e despesas postais (R$ 88 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 56 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 4,4 milhões em 2022 (55% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 2,8 milhões em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gean Marques Loureiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gean Loureiro declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereador em Florianópolis (SC) em 2008, deputado federal por Santa Catarina em 2010, prefeito em Florianópolis (SC) em 2012, 2016 e 2020, deputado estadual por Santa Catarina em 2014 e 2026, e governador por Santa Catarina em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 450 mil do Fundo Partidário, R$ 13 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 462 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 261 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 88 mil); R$ 241 mil já foram pagos. Em 2022, 55% dos R$ 4,4 milhões em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2020, R$ 2,8 milhões em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.