Carlos Eduardo de Souza

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Carlos Eduardo de Souza
6 eleições entre 2000 e 2026 · PT
47 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental
redes informadas ao TSE
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Professor Cadu (PT) ficou como suplente de deputado estadual por Santa Catarina em 2026, com 10.715 votos, pelo resultado oficial do TSE. Professor Cadu (Carlos Eduardo de Souza) disputou 6 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por SC: 10.715 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SC, declarou R$ 167 mil em receitas: R$ 122 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 45 mil de doações privadas (9 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 99 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 30 mil), serviços de terceiros (R$ 29 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 133 mil em 2024 (43% com serviços de terceiros) e R$ 36 mil em 2020.

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Evolução da votação nas eleições

10.715 votos em 2026 · 6 eleições

A votação de Carlos Eduardo de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 167 mil em receitas · R$ 99 mil em gastos contratados

Professor Cadu declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Florianópolis (SC) em 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Santa Catarina em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 167 mil em receitas: R$ 122 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 45 mil de doações privadas (9 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 99 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 30 mil) e serviços de terceiros (R$ 29 mil); R$ 83 mil já foram pagos. Em 2024, 43% dos R$ 133 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2020, R$ 36 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 167 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 99 milcontratados, parcial; R$ 83 mil pagos
Gastos em 2024R$ 133 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2012 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 167 mil
9 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 73% · pessoas 27%
Gasto contratado
R$ 99 mil
pago até agora: R$ 83 mil (84%)
  • Materiais impressosR$ 30 mil30,0%
  • Serviços de terceirosR$ 29 mil29,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 20 mil20,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 11 mil11,2%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 2 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 9 mil9,0%
2024Vereador, Florianópolis (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 142 mil
9 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 62% · pessoas 34% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 133 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 57 mil42,5%
  • Materiais impressosR$ 45 mil33,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 13 mil9,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 6 mil4,5%
  • Outras 5 categoriasR$ 13 mil9,6%
2020Vereador, Florianópolis (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 42 mil
18 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 19% · pessoas 81%
Gasto contratado
R$ 36 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 13 mil35,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 6 mil16,1%
  • PessoalR$ 6 mil15,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil15,4%
  • Outras 6 categoriasR$ 6 mil17,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
2016Vereador, Florianópolis (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 41 mil
21 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 71% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 41 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13 mil32,7%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil11,2%
  • PessoalR$ 5 mil11,0%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil8,7%
  • Outras 13 categoriasR$ 15 mil36,6%
2012Vereador, Florianópolis (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 37 mil
37 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 65% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 37 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 14 mil39,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 7 mil19,5%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil9,5%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 3 mil7,9%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 75 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil24,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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