- Serviços de terceirosR$ 165 mil55,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 97 mil32,6%
- Serviços contábeisR$ 35 mil11,8%
João Paulo Kleinübing (PL) ficou como suplente de deputado federal por Santa Catarina em 2026, com 41.858 votos, pelo resultado oficial do TSE. João Paulo Kleinübing (João Paulo Karam Kleinubing) disputou 7 eleições entre 2002 e 2026, para deputado federal, prefeito, vice-governador e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2014; prefeito de Blumenau em 2008 e 2004; deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por SC: 132.349 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 29,7 milhões empenhados em 27 emendas individuais aos orçamentos de 2018 a 2019, para 20 municípios; 98% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por SC, declarou R$ 881 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 460 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 171 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 297 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 165 mil), militância e mobilização de rua (R$ 97 mil) e serviços contábeis (R$ 35 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,1 milhão em 2020 (59% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 618 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de João Paulo Karam Kleinubing em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
João Paulo Kleinübing declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Blumenau (SC) em 2008 e 2020, e deputado federal por Santa Catarina em 2014 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 881 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 460 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 171 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 297 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 165 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 97 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2020, 59% dos R$ 1,1 milhão em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2014, R$ 618 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, João Paulo Kleinübing teve R$ 29,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 27 emendas individuais aos orçamentos de 2018 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 20 municípios. Já foram pagos R$ 29,1 milhões (98%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Blumenau, Bombinhas e São João do Itaperiú.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 15,4 milhões | R$ 15,3 milhões | 99% | 20 | 8 |
| 2018 | R$ 14,3 milhões | R$ 13,2 milhões | 92% | 7 | 14 |
| Total | R$ 29,7 milhões | R$ 28,5 milhões | 96% | 27 | 20 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.