- PessoalR$ 1,6 milhão70,9%
- Materiais impressosR$ 276 mil12,0%
- Serviços de terceirosR$ 142 mil6,2%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 50 mil2,2%
- Outras 12 categoriasR$ 201 mil8,7%
Ismael dos Santos (PL) ficou como suplente de deputado federal por Santa Catarina em 2026, com 74.644 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ismael dos Santos disputou 11 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal, deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 2022; deputado estadual em 2018, 2014 e 2010; vereador de Blumenau em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por SC: 110.531 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 111 milhões empenhados em 30 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 128 municípios; 82% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por SC, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,5 milhão do Fundo Partidário e R$ 10 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2,3 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1,6 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 276 mil) e serviços de terceiros (R$ 142 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,7 milhão em 2022 (67% com serviços de terceiros) e R$ 179 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ismael dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ismael dos Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006, 2010, 2014 e 2018, e deputado federal por Santa Catarina em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,5 milhão do Fundo Partidário e R$ 10 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2,3 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1,6 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 276 mil); R$ 777 mil já foram pagos. Em 2022, 67% dos R$ 1,7 milhão em gastos foram com serviços de terceiros; em 2018, 47% dos R$ 179 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Ismael dos Santos teve R$ 111 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 30 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 128 municípios. Já foram pagos R$ 90,8 milhões (82%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (55%). As cidades que mais receberam foram Florianópolis, Garopaba e Blumenau.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 36,6 milhões | R$ 18,6 milhões | 51% | 5 | 44 |
| 2025 | R$ 38,1 milhões | R$ 36,2 milhões | 95% | 11 | 75 |
| 2024 | R$ 36,2 milhões | R$ 36 milhões | 99% | 13 | 50 |
| Total | R$ 110,8 milhões | R$ 90,8 milhões | 82% | 29 | 128 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.