- Serviços advocatíciosR$ 4 mil66,7%
- Serviços contábeisR$ 2 mil33,3%
Joaninha de Oliveira (PSTU) teve 6.228 votos para senadora por Santa Catarina em 2026 e não foi eleita, pelo resultado oficial do TSE. Joaninha de Oliveira disputou 12 eleições entre 1990 e 2026, para senadora, vereadora, prefeita, deputada estadual, vice-prefeita, deputada federal e governadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para governadora por SC: 24.330 votos. Na campanha de 2026 para senadora por SC, declarou R$ 13 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 4 mil) e serviços contábeis (R$ 2 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2012 (49% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 5 mil em 2010.
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A votação de Joaninha de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Joaninha de Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada estadual por Santa Catarina em 2006, prefeita em Florianópolis (SC) em 2008, senadora por Santa Catarina em 2010 e 2026, e vereadora em Florianópolis (SC) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 13 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 4 mil) e serviços contábeis (R$ 2 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2012, 49% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2010, R$ 5 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.