Ely Edson Silveira Melo Filho

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Ely Edson Silveira Melo Filho
4 eleições entre 2010 e 2026 · último partido NOVO
39 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Ely Silveira (NOVO) ficou como suplente de deputado estadual por Santa Catarina em 2026, com 1.577 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ely Silveira (Ely Edson Silveira Melo Filho) disputou 4 eleições entre 2010 e 2026, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por SC: 1.577 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SC, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido, R$ 1 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 95) e taxa de administração de financiamento coletivo (R$ 13). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 19 mil em 2020 (53% com impulsionamento de conteúdos) e R$ 16 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

1.577 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Ely Edson Silveira Melo Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 24 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Ely Silveira declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2010, vereador em Campo Grande (MS) em 2012 e 2020, e deputado estadual por Santa Catarina em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido, R$ 1 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 95); R$ 2 mil já foram pagos. Em 2020, 53% dos R$ 19 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos; em 2012, 67% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 24 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 2 milcontratados, parcial; R$ 2 mil pagos
Gastos em 2020R$ 19 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42010, 2012, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 64% · partido 25% · pessoas 5% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 2 mil
pago até agora: R$ 2 mil (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil94,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 954,5%
  • Taxa de administração de financiamento coletivoR$ 130,6%
2020Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 21% · pessoas 21% · próprios 58%
Gasto contratado
R$ 19 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil52,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 4 mil19,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil15,7%
  • Serviços contábeisR$ 1 mil5,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil6,6%
2012Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 87% · empresas 7% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil67,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil6,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil6,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5003,0%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil17,5%
Ver a campanha anterior
2010Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 68% · pessoas 32% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10 mil64,5%
  • PessoalR$ 4 mil24,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9886,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1000,6%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 132 lançados como "diversas a especificar"R$ 5413,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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