- PessoalR$ 968 mil52,3%
- Materiais impressosR$ 344 mil18,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 225 mil12,2%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 141 mil7,7%
- Outras 11 categoriasR$ 171 mil9,2%
Professor Pedro Uczai (PT) foi eleito deputado federal por Santa Catarina em 2026, com 164.389 votos, pelo resultado oficial do TSE. Professor Pedro Uczai (Pedro Francisco Uczai) disputou 12 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal, prefeito, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 8 vezes: deputado federal em 2026, 2022, 2018, 2014 e 2010; deputado estadual em 2006 e 1998; vice-prefeito de Chapecó em 2000. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por SC: 173.531 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 245,5 milhões empenhados em 212 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 284 municípios; 94% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por SC, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 84 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 46 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com pessoal (R$ 968 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 344 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 225 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,1 milhão em 2024 (43% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 1,7 milhão em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Pedro Francisco Uczai em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professor Pedro Uczai declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006, deputado federal por Santa Catarina em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Chapecó (SC) em 2012 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 84 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 46 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com pessoal (R$ 968 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 344 mil); R$ 1,7 milhão já foram pagos. Em 2024, 43% dos R$ 1,1 milhão em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2022, 47% dos R$ 1,7 milhão em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Professor Pedro Uczai teve R$ 245,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 212 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 284 municípios. Já foram pagos R$ 230,9 milhões (94%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Florianópolis, Chapecó e Rio de Janeiro. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 107,9 milhões em 70 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 81,7 milhões em 83 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 55,9 milhões em 59 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 33 milhões | R$ 25,5 milhões | 77% | 21 | 36 |
| 2025 | R$ 37,2 milhões | R$ 33 milhões | 89% | 25 | 105 |
| 2024 | R$ 37,3 milhões | R$ 36,7 milhões | 98% | 23 | 36 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 107,5 milhões | R$ 95,3 milhões | 89% | 69 | 144 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.