Rosenvaldo da Silva Junior

Foto de Rosenvaldo da Silva Junior
Rosenvaldo da Silva Junior
7 eleições entre 2004 e 2026 · último partido PDT
52 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE
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Rosenvaldo Junior (PDT) ficou como suplente de deputado estadual por Santa Catarina em 2026, com 5.737 votos, pelo resultado oficial do TSE. Rosenvaldo Junior (Rosenvaldo da Silva Júnior) disputou 7 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Imbituba em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Imbituba/SC: 16.336 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SC, declarou R$ 87 mil em receitas: R$ 80 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 149 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 93 mil), militância e mobilização de rua (R$ 24 mil) e locação de imóveis (R$ 15 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 36 mil em 2020 (67% com publicidade por adesivos) e R$ 104 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

5.737 votos em 2026 · 7 eleições

A votação de Rosenvaldo da Silva Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 87 mil em receitas · R$ 149 mil em gastos contratados

Rosenvaldo Junior declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2014 e 2026, e prefeito em Imbituba (SC) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 87 mil em receitas: R$ 80 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 149 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 93 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 24 mil); R$ 77 mil já foram pagos. Em 2020, 67% dos R$ 36 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2016, 45% dos R$ 104 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 87 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 149 milcontratados, parcial; R$ 77 mil pagos
Gastos em 2020R$ 36 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42014, 2016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 87 mil
sem doações de pessoas
FEFC 92% · Fundo Partidário 6% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 149 mil
pago até agora: R$ 77 mil (52%)
  • Materiais impressosR$ 93 mil62,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 24 mil16,1%
  • Locação de imóveisR$ 15 mil10,1%
  • Serviços de terceirosR$ 13 mil8,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 4 mil2,7%
2020Prefeito, Imbituba (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 36 mil
doações de pessoas
FEFC 93% · pessoas 7%
Gasto contratado
R$ 36 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 24 mil67,4%
  • Materiais impressosR$ 9 mil25,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil3,6%
  • Serviços contábeisR$ 1300,4%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil3,3%
2016Prefeito, Imbituba (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 104 mil
9 doadores pessoas físicas
pessoas 6% · próprios 94%
Gasto contratado
R$ 104 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 47 mil45,3%
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil14,5%
  • ComíciosR$ 10 mil9,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7 mil6,8%
  • Outras 10 categoriasR$ 25 mil23,7%
Ver a campanha anterior
2014Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 65 mil
10 doadores pessoas físicas
pessoas 21% · empresas 3% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 65 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 17 mil26,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 16 mil24,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 10 mil14,5%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil12,6%
  • Outras 6 categoriasR$ 15 mil22,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Rosenvaldo Junior (PDT): suplente de deputado estadual por Santa Catarina em 2026, votos e candidaturas · Radar do Voto