Pupo Junckes (PDT) ficou como suplente de deputado estadual por Santa Catarina em 2026, com 1.024 votos, pelo resultado oficial do TSE. Pupo Junckes (Evaldo João Junckes) disputou 10 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual, vereador, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Guaramirim em 2012, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por SC: 9.243 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SC, declarou R$ 44 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 700 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 5 mil em 2024 (40% com publicidade por materiais impressos) e R$ 48 mil em 2022.
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Evolução da votação nas eleições
1.024 votos em 2026 · 10 eleições
A votação de Evaldo Joao Junckes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 44 mil em receitas
Pupo Junckes declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006, 2010 e 2026, prefeito em Guaramirim (SC) em 2008, vereador em Guaramirim (SC) em 2012, 2016 e 2024, e deputado federal por Santa Catarina em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 44 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 700 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Em 2024, 40% dos R$ 5 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2022, 46% dos R$ 48 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 44 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2024R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 7% · pessoas 66% · empresas 27%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil34,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil12,0%
Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil12,0%
Materiais impressosR$ 1 mil10,5%
Outras 8 categoriasinclui R$ 9 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil31,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO498LGuaramirim, Santa Catarina · 41 anos · Ensino fundamental completo · Relações Públicas · PT · nº 13999 · ver resultado completo
Coligação: PT / PPS
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.