Solange Drews de Aguiar Mengue

Foto de Solange Drews de Aguiar Mengue
Solange Drews de Aguiar Mengue
2 eleições entre 2008 e 2016 · PP
51 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Técnico Contabilidade, Estatística, Economia Doméstica e Administração
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Solange Aguiar (Solange Drews de Aguiar Mengue) disputou 2 eleições entre 2008 e 2016, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereadora em Canela/RS: 351 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Canela/RS, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 412 de outros recursos do partido, R$ 125 de doações privadas e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), serviços de terceiros (R$ 250) e publicidade por adesivos (R$ 76). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 47% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

230 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Solange Drews de Aguiar Mengue em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados

Solange Aguiar declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Canela (RS) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 412 de outros recursos do partido, R$ 125 de doações privadas e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e serviços de terceiros (R$ 250). Em 2008, 47% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados
Gastos em 2008R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Canela (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido 31% · pessoas 9% · próprios 60%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil75,6%
  • Serviços de terceirosR$ 25018,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 765,7%
2008Vereadora, Canela (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 70047,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 51234,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 15010,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 634,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 604,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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