Paulo Barbosa (Paulo Henrique Barbosa da Silva) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Diadema/SP, com 1.101 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Diadema/SP, declarou R$ 53 mil em receitas: R$ 23 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 53 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 19 mil), locação de imóveis (R$ 10 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 8 mil).
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 53 mil em receitas · R$ 53 mil em gastos contratados
Paulo Barbosa declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Diadema (SP) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 53 mil em receitas: R$ 23 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 53 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 19 mil) e locação de imóveis (R$ 10 mil).
Outras 9 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil25,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.