- Serviços de terceirosR$ 10 mil27,6%
- Serviços advocatíciosR$ 8 mil20,7%
- PessoalR$ 5 mil13,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 4 mil11,6%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 400 lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil27,1%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr Elias Ajub (Elias Rezek Ajub) disputou 3 eleições entre 2016 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Moji Mirim/SP: 5.720 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Moji Mirim/SP, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 8 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil), serviços advocatícios (R$ 8 mil) e pessoal (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 166 mil em 2018 (51% com pessoal) e R$ 68 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Elias Rezek Ajub em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr Elias Ajub declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Moji Mirim (SP) em 2016 e 2020, e deputado estadual por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 8 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil) e serviços advocatícios (R$ 8 mil). Em 2018, 51% dos R$ 166 mil em gastos foram com pessoal; em 2016, R$ 68 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.