Luiz Claudio dos Santos Cassani

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Luiz Claudio dos Santos Cassani
3 eleições entre 2000 e 2016 · último partido DEM
55 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciário
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Claudio Cassani (Luiz Claudio dos Santos Cassani) disputou 3 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Volta Grande em 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Volta Grande/MG: 894 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Volta Grande/MG, declarou R$ 20 mil em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil), serviços de terceiros (R$ 5 mil) e publicidade por carros de som (R$ 2 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 291, 51% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

894 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Luiz Claudio dos Santos Cassani em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 20 mil em receitas · R$ 20 mil em gastos contratados

Claudio Cassani declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Volta Grande (MG) em 2012, e prefeito em Volta Grande (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 20 mil em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e serviços de terceiros (R$ 5 mil). Em 2012, 51% dos R$ 291 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 20 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 20 milcontratados
Gastos em 2012R$ 291contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Volta Grande (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 12 mil61,3%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil25,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil10,7%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 6003,0%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 4 doados a outros candidatos e partidosR$ 4menos de 0,1%
2012Vereador, Volta Grande (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 691
doações de pessoas
pessoas 58% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 291
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 14750,5%
  • Materiais impressosR$ 14449,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885