Marco Antonio Reis de Abreu

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Marco Antonio Reis de Abreu
3 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PRTB
50 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Empresário
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Marquinho Abreu (Marco Antonio Reis de Abreu) disputou 3 eleições entre 1996 e 2016, para vereador e senador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para senador por AP: 1.486 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Macapá/AP, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 293 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 700 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros (R$ 1 mil) e baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 215). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 20 mil.

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Evolução da votação nas eleições

218 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Marco Antonio Reis de Abreu em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Marquinho Abreu declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: senador por Amapá em 2014, e vereador em Macapá (AP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 293 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 700 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros (R$ 1 mil). Em 2014, R$ 20 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados
Gastos em 2014R$ 20 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 66% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil53,5%
  • Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 1 mil35,7%
  • Materiais impressosR$ 782,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 2278,1%
2014Senador, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 49% · empresas 43% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil35,2%
  • Materiais impressosR$ 7603,8%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil60,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Marco Antonio Reis de Abreu (Marquinho Abreu): candidaturas e votos · Radar do Voto