José Hildemarcos Florêncio Silva

Foto de José Hildemarcos Florêncio Silva
José Hildemarcos Florêncio Silva
3 eleições entre 2016 e 2020 · PC do B
60 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
Comparar

Professor Marcos (José Hildemarcos Florêncio Silva) disputou 3 eleições entre 2016 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por PE: 884 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Recife/PE, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 520 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 810) e militância e mobilização de rua (R$ 200). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 13 em 2018 (100% com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito) e R$ 7 mil em 2016.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

255 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de José Hildemarcos Florêncio Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 5 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos

Professor Marcos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Recife (PE) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Pernambuco em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 520 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 810) e militância e mobilização de rua (R$ 200). Em 2018, 100% dos R$ 13 em gastos foram com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito; em 2016, 41% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 13campanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Recife (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 43% · pessoas 47% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 81080,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 20019,8%
2018Deputado estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 62% · pessoas 37% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 13
tudo pago (100%)
  • Outras 1 categoriaR$ 13100,0%
2016Vereador, Recife (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 50% · partido 48% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil40,6%
  • Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 70010,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil49,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
José Hildemarcos Florêncio Silva (Professor Marcos): candidaturas e votos · Radar do Voto