Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, De Assis (De Assis Mendes dos Santos) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Paraipaba/CE, com 101 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Paraipaba/CE, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 100 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil), serviços de terceiros (R$ 1 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 1 mil).
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados
De Assis declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Paraipaba (CE) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 100 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e serviços de terceiros (R$ 1 mil).
partido e outras campanhas 2% · pessoas 29% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil43,6%
Serviços de terceirosR$ 1 mil18,2%
Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1 mil18,2%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5009,1%
Outras 4 categoriasinclui R$ 130 lançados como "diversas a especificar"R$ 60611,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.