Gildo Oliveira da Silva

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Gildo Oliveira da Silva
5 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PODE
55 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio incompleto
Motoboy
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Gildo (Gildo Oliveira da Silva) disputou 5 eleições entre 2000 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereador em Campo Grande/MS: 1.750 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Campo Grande/MS, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com pessoal (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 21 mil em 2016 e R$ 22 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

255 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Gildo Oliveira da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Gildo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Campo Grande (MS) em 2008, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com pessoal (R$ 2 mil). Em 2016, R$ 21 mil em gastos contratados; em 2008, 43% dos R$ 22 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 21 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 2 mil100,0%
2016Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 80% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 6 mil26,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil18,7%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil10,3%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil7,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 1 mil6,1%
  • Outras 7 categoriasR$ 7 mil31,1%
2008Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 94% · pessoas menos de 1% · empresas 6%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil42,6%
  • Locação de imóveisR$ 5002,2%
  • PessoalR$ 1900,8%
  • Materiais impressosR$ 400,2%
  • Outras 9 categoriasR$ 12 mil54,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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