- Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 2 mil14,9%
- Materiais impressosR$ 7907,9%
- Locação de imóveisR$ 6006,0%
- Outras 6 categoriasR$ 7 mil71,2%
Geraldinho (Geraldo Martins Passos Filho) disputou 3 eleições entre 2012 e 2016, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Campo Grande/MS: 610 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Campo Grande/MS, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil), correspondências e despesas postais (R$ 2 mil) e baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 23 mil em 2014 (42% com pessoal) e R$ 23 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Geraldo Martins Passos Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Geraldinho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Campo Grande (MS) em 2012 e 2016, e deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 2 mil). Em 2014, 42% dos R$ 23 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, R$ 23 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.