Luiz Carlos Diniz

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Luiz Carlos Diniz
3 eleições entre 2008 e 2020 · último partido MDB
56 anos em 2020 · Masculino · Lê e escreve
Trabalhador Rural
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Luiz do Sindicato (Luiz Carlos Diniz) disputou 3 eleições entre 2008 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Crucilândia/MG: 134 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Crucilândia/MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 783 de outras campanhas, R$ 300 de doações privadas e R$ 420 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 120, principalmente com serviços de terceiros (R$ 120). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2016 e R$ 523 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

126 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Luiz Carlos Diniz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 120 em gastos

Luiz do Sindicato declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Crucilândia (MG) em 2008, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 783 de outras campanhas, R$ 300 de doações privadas e R$ 420 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 120, principalmente com serviços de terceiros (R$ 120). Em 2016, R$ 1 mil em gastos contratados; em 2008, 100% dos R$ 523 em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 120campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Crucilândia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 52% · pessoas 20% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 120
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 120100,0%
2016Vereador, Crucilândia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 21% · próprios 79%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 30028,0%
  • Serviços de terceirosR$ 14013,1%
  • Materiais impressosR$ 12011,2%
  • Materiais impressosR$ 807,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 43040,2%
2008Vereador, Crucilândia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 523
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 84%
Gasto contratado
R$ 523
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 523100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Luiz Carlos Diniz (Luiz do Sindicato): candidaturas e votos · Radar do Voto