Luiz Henrique (Luiz Henrique Maia Santiago) disputou 3 eleições entre 2010 e 2016, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2010. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 77.740 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Diamantina/MG, declarou R$ 255 mil em receitas: R$ 36 mil do Fundo Partidário, R$ 109 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 109 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 255 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 73 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 28 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 701 mil em 2014 e R$ 879 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
7.901 votos em 2016 · 3 eleições
A votação de Luiz Henrique Maia Santiago em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 255 mil em receitas · R$ 255 mil em gastos contratados
Luiz Henrique declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2010 e 2014, e prefeito em Diamantina (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 255 mil em receitas: R$ 36 mil do Fundo Partidário, R$ 109 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 109 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 255 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 73 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil). Em 2014, R$ 701 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 879 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 255 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 255 milcontratados
Gastos em 2014R$ 701 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 31% · pessoas 38% · empresas 11% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 879 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 327 mil37,2%
Materiais impressosR$ 49 mil5,6%
Serviços de terceirosR$ 16 mil1,8%
Locação de imóveisR$ 5 mil0,6%
Outras 16 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 481 mil54,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.