Léo Matos (Leandro Peres de Matos) disputou 8 eleições entre 2000 e 2022, para deputado federal, vice-prefeito, deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Naviraí em 2012; vereador de Naviraí em 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Naviraí/MS: 14.114 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por MS, declarou R$ 150 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 151 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 86 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e serviços contábeis (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 286 mil em 2018 (50% com serviços de terceiros) e R$ 344 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
2.321 votos em 2022 · 8 eleições
A votação de Leandro Peres de Matos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorPrefeitoDep. EstadualDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 150 mil em receitas · R$ 151 mil em gastos contratados
Léo Matos declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Naviraí (MS) em 2008, prefeito em Naviraí (MS) em 2012 e 2016, deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2018, e deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 150 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 151 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 86 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil). Em 2018, 50% dos R$ 286 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2016, R$ 344 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 150 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 151 milcontratados
Gastos em 2018R$ 286 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 57% · pessoas 37% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 2 mil28,2%
PessoalR$ 2 mil21,3%
Serviços de terceirosR$ 2002,7%
Outras 7 categoriasR$ 4 mil47,8%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE235LNaviraí, Mato Grosso do Sul · 25 anos · Superior completo · Advogado · PMDB · nº 15678 · ver resultado completo
Coligação: PPB / PMDB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.