Cabide

Foto de Manoel Valdir Teixeira de Souza
Cabide
Manoel Valdir Teixeira de Souza (nome civil)
14 eleições entre 1994 e 2024 · último partido DC
62 anos em 2024 · Masculino · Lê e escreve
Mecânico de Manutenção

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cabide (Manoel Valdir Teixeira de Souza) disputou 14 eleições entre 1994 e 2024, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Rio Branco em 2008. A maior votação foi em 2008, para vereador em Rio Branco/AC: 2.117 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por AC, declarou R$ 19 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 2 mil), militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 9 mil em 2016 (57% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 12 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

10 votos em 2022 · 14 eleições

A votação de Manoel Valdir Teixeira de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 19 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos

Cabide declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado estadual por Acre em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022, e vereador em Rio Branco (AC) em 2008, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 19 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 2 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 2 mil). Em 2016, 57% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2014, 51% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Gastos em 2022R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas9de 2006 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Rio Branco (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2022Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • Locação de imóveisR$ 2 mil33,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil25,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil21,7%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil20,0%
2020Vereador, Rio Branco (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
FEFC 33% · partido e outras campanhas 22% · pessoas 44%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
Ver as 6 campanhas anteriores
2018Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 600
doações de pessoas
Fundo Partidário 50% · pessoas 50%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Rio Branco (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 80% · partido 9% · pessoas 11%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5 mil56,8%
  • Materiais impressosR$ 2 mil22,7%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil11,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8009,1%
2014Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 83% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 6 mil51,2%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 4 mil36,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 8006,6%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 5menos de 0,1%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 639 lançados como "diversas a especificar"R$ 6395,3%
2010Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 42 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 59% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 42 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Transporte ou deslocamentoR$ 6 mil14,9%
  • Materiais impressosR$ 6 mil14,0%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil7,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 36menos de 0,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 27 mil63,9%
2008Vereador, Rio Branco (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 72% · pessoas 23% · empresas 5%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 10 mil100,0%
2006Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
empresas 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

14 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892