- Serviços de terceirosR$ 94 mil39,5%
- PessoalR$ 54 mil22,8%
- Publicidade por adesivosR$ 23 mil9,8%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 18 mil7,8%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 48 mil20,1%
Tatá Amaral (Atail Marques do Amaral) disputou 5 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Poconé em 2020 e 2016; vereador de Poconé em 1996. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Poconé/MT: 6.772 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Poconé/MT, declarou R$ 246 mil em receitas: R$ 129 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 87 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 237 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 94 mil), pessoal (R$ 54 mil) e publicidade por adesivos (R$ 23 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 197 mil em 2016 (52% com militância e mobilização de rua) e R$ 4 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Atail Marques do Amaral em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Tatá Amaral declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Poconé (MT) em 2008, e prefeito em Poconé (MT) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 246 mil em receitas: R$ 129 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 87 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 237 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 94 mil) e pessoal (R$ 54 mil). Em 2016, 52% dos R$ 197 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2008, 68% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.