Dimas Corsi Nogueira

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Dimas Corsi Nogueira
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PMB
54 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Dr. Dimas Corsi (Dimas Corsi Nogueira) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Diadema/SP: 1.011 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Diadema/SP, declarou R$ 9 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6 mil em 2012 (57% com publicidade por materiais impressos) e R$ 4 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

534 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Dimas Corsi Nogueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 9 mil em receitas · R$ 9 mil em gastos contratados

Dr. Dimas Corsi declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Diadema (SP) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 9 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil). Em 2012, 57% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 62% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 9 milcontratados
Gastos em 2012R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil100,0%
2012Vereador, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 56% · pessoas 34% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil56,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil20,0%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil23,4%
2008Vereador, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 20% · pessoas 63% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil61,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 50013,9%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1223,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 501,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 70419,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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