Geraldo Araújo Batata

Foto de Geraldo de Araújo Silva
Geraldo Araújo Batata
Geraldo de Araújo Silva (nome civil)
8 eleições entre 2002 e 2024 · PSTU
52 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Trabalhador Metalúrgico e Siderúrgico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Geraldo Araújo Batata (Geraldo de Araújo Silva) disputou 8 eleições entre 2002 e 2024, para vice-prefeito, 1º suplente, prefeito, senador, vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para senador por MG: 24.676 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Contagem/MG, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 14 mil em 2014 (47% com serviços de terceiros) e R$ 3 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

854 votos em 2016 · 8 eleições

A votação de Geraldo de Araújo Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorSenadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 9 mil em receitas · R$ 9 mil em gastos contratados

Geraldo Araújo Batata declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Contagem (MG) em 2008 e 2012, deputado estadual por Minas Gerais em 2010, senador por Minas Gerais em 2014, e prefeito em Contagem (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2014, 47% dos R$ 14 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, 51% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 9 milcontratados
Gastos em 2014R$ 14 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Contagem (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 55% · pessoas 14% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil24,7%
  • Materiais impressosR$ 2 mil19,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil14,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 9009,9%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil31,1%
2014Senador, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
5 doadores pessoas físicas
partido 89% · pessoas 5% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil46,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil20,6%
  • Materiais impressosR$ 2 mil15,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 9336,5%
  • Outras 6 categoriasR$ 2 mil10,9%
2012Vereador, Contagem (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 98% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil51,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 46014,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 43513,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2568,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 40412,7%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 84% · pessoas 16%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil100,0%
2008Vereador, Contagem (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 66% · pessoas 34%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892