- Serviços advocatíciosR$ 6 mil28,9%
- Materiais impressosR$ 6 mil26,6%
- Serviços de terceirosR$ 4 mil18,4%
- Correspondências e despesas postaisR$ 3 mil15,5%
- Outras 2 categoriasR$ 2 mil10,6%
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Adriano Espíndola (Adriano Espíndola Cavalheiro) disputou 8 eleições entre 2000 e 2024, para prefeito, 2º suplente, vice-prefeito, vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Uberaba/MG: 4.379 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Uberaba/MG, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 6 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e serviços de terceiros (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2016 (50% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 500 em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Adriano Espindola Cavalheiro Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 84,37% da votação desta candidatura (224 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Adriano Espíndola declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Uberaba (MG) em 2008 e 2024, e vereador em Uberaba (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil). Em 2016, 50% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2008, R$ 500 em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Adriano Espíndola não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2024, para prefeito em Uberaba/MG, Adriano Espíndola teve 576 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2024 para prefeito em Uberaba/MG, Adriano Espíndola declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 6 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e serviços de terceiros (R$ 4 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Adriano Espíndola declarou ao TSE gastos de R$ 21 mil na campanha de 2024 a prefeito em Uberaba/MG (tudo pago), R$ 5 mil na campanha de 2016 a vereador em Uberaba/MG (gasto contratado declarado) e R$ 500 na campanha de 2008 a prefeito em Uberaba/MG (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Adriano Espíndola declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Uberaba (MG) em 2008 e 2024, e vereador em Uberaba (MG) em 2016.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Adriano Espíndola foi em 2008, para prefeito em Uberaba (MG): 4.379 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Adriano Espíndola disputou 8 eleições, de 2000 a 2024: prefeito em Uberaba (MG) em 2000, 2004, 2008 e 2024; deputado estadual por Minas Gerais em 2002; vereador em Uberaba (MG) em 2016; vice-prefeito em Uberaba (MG) em 2020; 2º suplente por Minas Gerais em 2022. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Adriano Espíndola concorreu pelo PSTU em 2000, 2002, 2004, 2008, 2016, 2020, 2022 e 2024. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Adriano Espíndola foi o 639º mais votado entre os candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2002, com 224 votos, <0,01% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2002 a maior votação de Adriano Espíndola para deputado estadual foi em Uberaba (MG): 140 votos.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto