- Militância e mobilização de ruaR$ 1 mil40,7%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 85033,1%
- Materiais impressosR$ 40015,6%
- Publicidade por adesivosR$ 2309,0%
- Outras 1 categoriaR$ 421,6%
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Piauí (João Barbosa da Silva) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para vereador em Comodoro/MT: 41 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Comodoro/MT, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 900 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 1 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 850) e publicidade por materiais impressos (R$ 400). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 55% com pessoal.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de João Barbosa da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Piauí declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Comodoro (MT) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 900 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 1 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 850). Em 2016, 55% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
O Radar do Voto mostra os bens declarados de quem disputou cargo do executivo, já foi eleito ou teve votação próxima da do último eleito. Os bens que esta pessoa declarou estão no registro da candidatura, no TSE. Ver no DivulgaCandContas do TSE.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Piauí não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2020, para vereador em Comodoro/MT, Piauí teve 41 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2020 para vereador em Comodoro/MT, Piauí declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 900 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 1 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 850) e publicidade por materiais impressos (R$ 400). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Piauí declarou ao TSE gastos de R$ 3 mil na campanha de 2020 a vereador em Comodoro/MT (tudo pago) e R$ 2 mil na campanha de 2016 a vereador em Comodoro/MT (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Piauí declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Comodoro (MT) em 2016 e 2020.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Piauí foi em 2020, para vereador em Comodoro (MT): 41 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Piauí disputou 2 eleições, de 2016 a 2020: vereador em Comodoro (MT) em 2016 e 2020. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Piauí concorreu pelo DEM em 2016 e pelo PODE em 2020. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto