Jose Ciliomar de Oliveira

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Jose Ciliomar de Oliveira
2 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PROS
53 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
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José Ciliomar (José Ciliomar de Oliveira) disputou 2 eleições entre 2008 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Gouvelândia em 2008. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Gouvelândia/GO: 217 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Gouvelândia/GO, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 12 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com pessoal (R$ 4 mil), eventos de promoção da candidatura (R$ 3 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 412, 72% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

217 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Jose Ciliomar de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 15 mil em receitas · R$ 13 mil em gastos contratados

José Ciliomar declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Gouvelândia (GO) em 2008, e prefeito em Gouvelândia (GO) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 12 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com pessoal (R$ 4 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 3 mil). Em 2008, 72% dos R$ 412 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 15 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 13 milcontratados
Gastos em 2008R$ 412contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Gouvelândia (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
14 doadores pessoas físicas
pessoas 77% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 4 mil26,2%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 3 mil20,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil11,2%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil11,2%
  • Outras 4 categoriasR$ 4 mil31,2%
2008Vereador, Gouvelândia (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 412
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 27% · próprios 73%
Gasto contratado
R$ 412
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 29872,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 20,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 11227,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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