Luciano Afonso Fiorani

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Luciano Afonso Fiorani
4 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PODE
40 anos em 2020 · Masculino · Superior incompleto
Empresário
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Luciano Fiorani (Luciano Afonso Fiorani) disputou 4 eleições entre 2004 e 2020, para vereador, prefeito e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Silvânia/GO: 483 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Silvânia/GO, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 252 de outras campanhas e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 224, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 224). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 21 mil.

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Evolução da votação nas eleições

173 votos em 2020 · 4 eleições

A votação de Luciano Afonso Fiorani em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 3 mil em receitas · R$ 224 em gastos

Luciano Fiorani declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Silvânia (GO) em 2016, e vereador em Silvânia (GO) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 252 de outras campanhas e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 224, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 224). Em 2016, R$ 21 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 224campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 21 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Silvânia (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 93%
Gasto contratado
R$ 224
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 224100,0%
2016Prefeito, Silvânia (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
9 doadores pessoas físicas
pessoas 95% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil24,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5 mil23,8%
  • Materiais impressosR$ 4 mil19,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil18,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil13,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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