Marcelo Francisco Chiodo

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Marcelo Francisco Chiodo
8 eleições entre 2004 e 2024 · último partido PL
56 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Cabeleireiro e Barbeiro
redes informadas ao TSE
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Chiodo (Marcelo Francisco Chiodo) disputou 8 eleições entre 2004 e 2024, para vereador, deputado federal e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RS: 5.240 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Porto Alegre/RS, declarou R$ 138 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 138 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 63 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 41 mil) e serviços de terceiros (R$ 22 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 16 mil em 2018 (47% com pessoal) e R$ 9 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

1.341 votos em 2024 · 8 eleições

A votação de Marcelo Francisco Chiodo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 138 mil em receitas · R$ 138 mil em gastos

Chiodo declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006 e 2018, vereador em Porto Alegre (RS) em 2008, 2012, 2020 e 2024, e prefeito em Porto Alegre (RS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 138 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 138 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 63 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 41 mil). Em 2018, 47% dos R$ 16 mil em gastos foram com pessoal; em 2016, 54% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2024R$ 138 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 138 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 16 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2006 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 138 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 87% · pessoas 11% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 138 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 63 mil45,7%
  • Materiais impressosR$ 41 mil29,7%
  • Serviços de terceirosR$ 22 mil15,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5000,4%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 402 lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil8,7%
2020Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
doações de pessoas
FEFC 87% · partido e outras campanhas 9% · pessoas 2% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 16 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 7 mil46,9%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil38,7%
  • Materiais impressosR$ 1 mil8,2%
  • Serviços de terceirosR$ 5003,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 4603,0%
Ver as 4 campanhas anteriores
2016Prefeito, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 39% · próprios 61%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil34,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 6 mil65,1%
2012Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
24 doadores pessoas físicas
partido 61% · pessoas 33% · empresas menos de 1% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 26 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 21 mil78,7%
  • Outras 7 categoriasR$ 6 mil21,3%
2008Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 82% · empresas 16% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 6 mil40,5%
  • Locação de imóveisR$ 5003,2%
  • Outras 7 categoriasR$ 9 mil56,3%
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 3% · empresas 64% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil31,2%
  • PessoalR$ 6 mil22,5%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil9,8%
  • Outras 5 categoriasR$ 10 mil36,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Marcelo Francisco Chiodo (Chiodo): candidaturas e votos · Radar do Voto