- Serviços de terceirosR$ 3 mil40,0%
- Materiais impressosR$ 2 mil21,4%
- Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil17,2%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 7009,6%
- Outras 2 categoriasR$ 86011,7%
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Dianini Soares (Dianini Costa Soares) disputou 1 eleição, em 2016, para vereadora em Caculé/BA, com 337 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereadora em Caculé/BA, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 4 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Dianini Soares declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Caculé (BA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 4 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Não. Segundo os resultados do TSE, Dianini Soares não foi eleita em 2016.
Em 2016, para vereadora em Caculé/BA, Dianini Soares teve 337 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2016 para vereadora em Caculé/BA, Dianini Soares declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 4 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Dianini Soares declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Caculé (BA) em 2016.
Segundo os dados do TSE, Dianini Soares concorreu pelo PTN em 2016. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto