Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Olegário Lima (Olegário Ferreira de Lima) disputou 4 eleições entre 2012 e 2024, para vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Iturama em 2020 e 2012. Na campanha de 2016 para prefeito em Iturama/MG, declarou R$ 304 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 65 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 117 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 304 mil, principalmente com pessoal (R$ 103 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 67 mil) e locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 44 mil).
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Evolução da votação nas eleições
9.351 votos em 2016 · 4 eleições
A votação de Olegario Ferreira de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 304 mil em receitas · R$ 304 mil em gastos contratados
Olegário Lima declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Iturama (MG) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 304 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 65 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 117 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 304 mil, principalmente com pessoal (R$ 103 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 67 mil).
Fundo Partidário 39% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 22% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 304 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 103 mil34,0%
Materiais impressosR$ 67 mil22,2%
Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 44 mil14,4%
Serviços próprios prestados por terceirosR$ 16 mil5,2%
Outras 12 categoriasinclui R$ 33 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 74 mil24,2%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.