- Serviços de terceirosR$ 51260,9%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 18822,3%
- Materiais impressosR$ 11213,3%
- Impostos, contribuições e taxasR$ 293,5%
Vitinho do João Bentinho (Vitor Heitor dos Santos) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Bom Sucesso/MG, com 26 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Bom Sucesso/MG, declarou R$ 840 em receitas: R$ 528 de outras campanhas e R$ 312 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 840, principalmente com serviços de terceiros (R$ 512), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 188) e publicidade por materiais impressos (R$ 112).
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Vitinho do João Bentinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Bom Sucesso (MG) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 840 em receitas: R$ 528 de outras campanhas e R$ 312 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 840, principalmente com serviços de terceiros (R$ 512) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 188).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.