Marcelo Melo (Marcelo de Araújo Melo) disputou 5 eleições entre 1998 e 2016, para prefeito, vice-governador, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2006; deputado estadual em 2002 e 1998. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por GO: 59.501 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Luziânia/GO, declarou R$ 872 mil em receitas: R$ 80 mil do Fundo Partidário, R$ 572 mil de doações privadas (34 doadores) e R$ 219 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 871 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 400 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 138 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 132 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 584 mil.
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Evolução da votação nas eleições
38.942 votos em 2016 · 5 eleições
A votação de Marcelo de Araujo Melo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualDep. FederalGovernadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 872 mil em receitas · R$ 871 mil em gastos contratados
Marcelo Melo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Goiás em 2006, e prefeito em Luziânia (GO) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 872 mil em receitas: R$ 80 mil do Fundo Partidário, R$ 572 mil de doações privadas (34 doadores) e R$ 219 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 871 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 400 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 138 mil). Em 2006, R$ 584 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 872 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 871 milcontratados
Gastos em 2006R$ 584 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 21% · empresas 68% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 584 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 209 mil35,7%
Materiais impressosR$ 176 mil30,1%
Serviços de terceirosR$ 7250,1%
Locação de imóveisR$ 450menos de 0,1%
Outras 13 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 198 mil34,0%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002ELEITO17.533GGO · 44 anos · Superior incompleto · PMDB · nº 15131 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998ELEITO17.295GGO · 40 anos · Superior incompleto · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PMDB · nº 15131 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.