Della Rosa (Antonio Gonçalo della Rosa) disputou 3 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Nova Bandeirante em 2000. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Nova Bandeirante/MT: 1.824 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Nova Bandeirante/MT, declarou R$ 85 mil em receitas: R$ 17 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 23 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 45 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 85 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 19 mil), baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros (R$ 16 mil) e baixa de estimaveis - publicidade por carros de som (R$ 10 mil).
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Evolução da votação nas eleições
1.521 votos em 2016 · 3 eleições
A votação de Antonio Goncalo della Rosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 85 mil em receitas · R$ 85 mil em gastos contratados
Della Rosa declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Nova Bandeirante (MT) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 85 mil em receitas: R$ 17 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 23 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 45 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 85 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 19 mil) e baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros (R$ 16 mil).
partido e outras campanhas 20% · pessoas 27% · próprios 53%
Gasto contratado
R$ 85 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços próprios prestados por terceirosR$ 19 mil22,5%
Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 16 mil18,4%
Materiais impressosR$ 9 mil10,9%
Locação de imóveisR$ 4000,5%
Outras 10 categoriasinclui R$ 186 lançados como "diversas a especificar"R$ 41 mil47,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.