Clóvis Distefano

Foto de Clovis José Gugelmin Distefano
Clóvis Distefano
Clovis José Gugelmin Distefano (nome civil)
4 eleições entre 2010 e 2016 · último partido PSC
49 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Clóvis Distefano (Clovis José Gugelmin Distefano) disputou 4 eleições entre 2010 e 2016, para prefeito, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de São Mateus do Sul em 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por PR: 11.207 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em São Mateus do Sul/PR, declarou R$ 49 mil em receitas: R$ 44 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 48 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 14 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 92 mil em 2014 e R$ 36 mil em 2010.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.238 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Clovis José Gugelmin Distefano em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 49 mil em receitas · R$ 48 mil em gastos contratados

Clóvis Distefano declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2010 e 2014, e prefeito em São Mateus do Sul (PR) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 49 mil em receitas: R$ 44 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 48 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 14 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil). Em 2014, R$ 92 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 36 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 49 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 48 milcontratados
Gastos em 2014R$ 92 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, São Mateus do Sul (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 49 mil
16 doadores pessoas físicas
pessoas 90% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 48 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 14 mil28,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil21,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil13,7%
  • Materiais impressosR$ 5 mil10,0%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil27,1%
2014Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 92 mil
23 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 49% · pessoas 43% · empresas 4% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 92 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 18 mil19,3%
  • Materiais impressosR$ 17 mil18,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 15 mil16,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil14,0%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 760 lançados como "diversas a especificar"R$ 29 mil31,8%
2010Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 36 mil
11 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 13% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 66% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 36 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13 mil35,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil20,9%
  • PessoalR$ 6 mil15,4%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 2 mil5,5%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 45 doados a outros candidatos e partidosR$ 8 mil22,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892