- Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil26,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil19,6%
- Serviços de terceirosR$ 3 mil19,5%
- Materiais impressosR$ 3 mil16,9%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 360 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil17,9%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dayane Basílio (Dayane Vanessa da Costa Silva) disputou 3 eleições entre 2012 e 2016, para prefeita, deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Belém/AL: 44 votos. Na campanha de 2016 para prefeita em Belém/AL, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 8 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2014 (77% com pessoal) e R$ 250 em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Dayane Vanessa da Costa Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dayane Basílio declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Palmeira dos Índios (AL) em 2012, deputada estadual por Alagoas em 2014, e prefeita em Belém (AL) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 8 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Em 2014, 77% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, 100% dos R$ 250 em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.