- Militância e mobilização de ruaR$ 16 mil28,7%
- Materiais impressosR$ 7 mil12,5%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil5,3%
- Outras 8 categoriasR$ 30 mil53,5%
Julbert Ferri (Julbert Ferre de Morais) disputou 4 eleições entre 2008 e 2022, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Machado em 2016; vice-prefeito de Machado em 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Machado/MG: 13.309 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por MG, declarou R$ 58 mil em receitas: R$ 133 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 666 do Fundo Partidário, R$ 30 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 16 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 11 mil) e serviços advocatícios (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 140 mil em 2016 e R$ 2 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Julbert Ferre de Morais em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Julbert Ferri declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Machado (MG) em 2008, prefeito em Machado (MG) em 2016, e deputado estadual por Minas Gerais em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 58 mil em receitas: R$ 133 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 666 do Fundo Partidário, R$ 30 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 16 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 11 mil). Em 2016, R$ 140 mil em gastos contratados; em 2008, 87% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.