Maria Beatriz Portugal Vidal

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Maria Beatriz Portugal Vidal
3 eleições entre 2010 e 2016 · último partido SD
51 anos em 2016 · Feminino · Ensino médio completo
Secretário e Datilógrafo
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Beatriz Vidal (Maria Beatriz Portugal Vidal) disputou 3 eleições entre 2010 e 2016, para vereadora, deputada federal e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por PE: 20.929 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Recife/PE, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Partidário e R$ 600 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 954) e baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros (R$ 600). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 23 mil, 77% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

1.355 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Maria Beatriz Portugal Vidal em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 8 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos contratados

Beatriz Vidal declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Pernambuco em 2010, e vereadora em Recife (PE) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Partidário e R$ 600 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 954). Em 2010, 77% dos R$ 23 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2016R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 8 milcontratados
Gastos em 2010R$ 23 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2016Vereadora, Recife (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 93% · pessoas 7%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil72,6%
  • Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 6007,4%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 157 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil20,0%
2010Deputada estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 13% · empresas 87%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 18 mil77,2%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil22,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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