Edno Alves (Edno Alves da Silva) disputou 4 eleições entre 2008 e 2020, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Santa Luzia do Pará em 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Santa Luzia do Pará/PA: 6.947 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Santa Luzia do Pará/PA, declarou R$ 48 mil em receitas: R$ 17 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 22 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 46 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 7 mil) e publicidade por carros de som (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 69 mil em 2016 e R$ 55 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
4.839 votos em 2020 · 4 eleições
A votação de Edno Alves da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 48 mil em receitas · R$ 46 mil em gastos
Edno Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Santa Luzia do Pará (PA) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 48 mil em receitas: R$ 17 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 22 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 46 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 7 mil). Em 2016, R$ 69 mil em gastos contratados; em 2012, 57% dos R$ 55 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Receitas em 2020R$ 48 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 46 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 69 milcontratados, campanha encerrada
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2008—LSanta Luzia do Pará, Pará · 49 anos · Superior completo · Empresário · PSB · nº 22 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.