- Materiais impressosR$ 22 mil31,5%
- PessoalR$ 2 mil2,4%
- Locação de imóveisR$ 2 mil2,3%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 18 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 45 mil63,7%
Marcílio (Marcílio Rodrigues Cavalcanti) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Cabrobó/PE e foi eleito com 10.564 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Cabrobó/PE, declarou R$ 70 mil em receitas: R$ 26 mil do Fundo Partidário, R$ 16 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil) e publicidade por adesivos (R$ 5 mil).
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Marcílio declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Cabrobó (PE) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 70 mil em receitas: R$ 26 mil do Fundo Partidário, R$ 16 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.