- Militância e mobilização de ruaR$ 35 mil37,5%
- Materiais impressosR$ 21 mil21,8%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 19 mil20,4%
- Serviços de terceirosR$ 13 mil13,8%
- Outras 1 categoriainclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil6,4%
Hélio dos Terrenos (Francisco Hélio de Melo Santos) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Belo Jardim/PE e foi eleito com 18.984 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Belo Jardim/PE, declarou R$ 94 mil em receitas: R$ 3 de doações privadas e R$ 94 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 94 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 35 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 19 mil).
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Hélio dos Terrenos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Belo Jardim (PE) em 2016 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 94 mil em receitas: R$ 3 de doações privadas e R$ 94 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 94 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 35 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil). Em 2016, R$ 215 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.