- Serviços de terceirosR$ 2 mil30,5%
- Publicidade por adesivosR$ 2 mil22,0%
- Materiais impressosR$ 1 mil15,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 6629,2%
- Outras 6 categoriasR$ 2 mil22,9%
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Gabriel Mendes (Gabriel Leite Mendes) disputou 2 eleições entre 2016 e 2018, para deputado federal e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por MG: 6.306 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por MG, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e R$ 8 mil de doações privadas (3 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil), publicidade por adesivos (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 19 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gabriel Leite Mendes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 78,89% da votação desta candidatura (6.306 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Gabriel Mendes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Uberaba (MG) em 2016, e deputado federal por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e R$ 8 mil de doações privadas (3 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por adesivos (R$ 2 mil). Em 2016, R$ 19 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
O Radar do Voto mostra os bens declarados de quem disputou cargo do executivo, já foi eleito ou teve votação próxima da do último eleito. Os bens que esta pessoa declarou estão no registro da candidatura, no TSE. Ver no DivulgaCandContas do TSE.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Gabriel Mendes não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2018, para deputado federal por MG, Gabriel Mendes teve 6.306 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2018 para deputado federal por MG, Gabriel Mendes declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e R$ 8 mil de doações privadas (3 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil), publicidade por adesivos (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Gabriel Mendes declarou ao TSE gastos de R$ 7 mil na campanha de 2018 a deputado federal por MG (tudo pago) e R$ 19 mil na campanha de 2016 a vereador em Uberaba/MG (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Gabriel Mendes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Uberaba (MG) em 2016, e deputado federal por Minas Gerais em 2018.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Gabriel Mendes foi em 2018, para deputado federal por Minas Gerais: 6.306 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Gabriel Mendes disputou 2 eleições, de 2016 a 2018: vereador em Uberaba (MG) em 2016; deputado federal por Minas Gerais em 2018. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Gabriel Mendes concorreu pelo PSL em 2016 e pelo NOVO em 2018. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Gabriel Mendes foi o 207º mais votado entre os candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2018, com 6.306 votos, 0,06% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2018 a maior votação de Gabriel Mendes para deputado federal foi em Uberaba (MG): 3.343 votos, 2,21% dos votos válidos da cidade. A maior proporção foi em Medeiros (MG): 7,15% dos votos válidos da cidade (145 votos).
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto