- Serviços de terceirosR$ 46 mil18,2%
- Materiais impressosR$ 28 mil10,9%
- Militância e mobilização de ruaR$ 7 mil2,7%
- Locação de imóveisR$ 6 mil2,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil0,8%
- Outras 8 categoriasR$ 164 mil64,9%
Zé Hildo Alves (Josehildo Taketa Bezerra) disputou 4 eleições entre 2008 e 2016, para prefeito, vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Tomé-Açu em 2016. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por PA: 15.090 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Tomé-Açu/PA, declarou R$ 252 mil em receitas: R$ 157 mil de doações privadas (38 doadores) e R$ 95 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 252 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 81 mil), serviços de terceiros (R$ 46 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 41 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 36 mil, 50% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Josehildo Taketa Bezerra em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Zé Hildo Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Pará em 2010, e prefeito em Tomé-Açu (PA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 252 mil em receitas: R$ 157 mil de doações privadas (38 doadores) e R$ 95 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 252 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 81 mil) e serviços de terceiros (R$ 46 mil). Em 2010, 50% dos R$ 36 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.