Reginaldo da Cruz

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Reginaldo da Cruz
6 eleições entre 2008 e 2020 · último partido SOLIDARIEDADE
44 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Reginaldo Cruz (Reginaldo da Cruz) disputou 6 eleições entre 2008 e 2020, para prefeito, deputado federal, deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 2.715 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Caçapava/SP, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 14 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 650 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com pessoal (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2018 (73% com serviços próprios prestados por terceiros) e R$ 10 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

333 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Reginaldo da Cruz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 19 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos

Reginaldo Cruz declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Caçapava (SP) em 2008 e 2012, deputado estadual por São Paulo em 2014, prefeito em Caçapava (SP) em 2016 e 2020, e deputado federal por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 14 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 650 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com pessoal (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Em 2018, 73% dos R$ 5 mil em gastos foram com serviços próprios prestados por terceiros; em 2016, 41% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 19 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 15 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Caçapava (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 75% · pessoas 21% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 15 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 4 mil28,0%
  • Materiais impressosR$ 4 mil28,0%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 360 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil44,0%
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
doações de pessoas
FEFC 88% · Fundo Partidário 2% · pessoas 8% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 4 mil72,7%
  • Materiais impressosR$ 4007,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil19,7%
2016Prefeito, Caçapava (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
9 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 3% · pessoas 91% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil40,6%
  • Materiais impressosR$ 3 mil30,5%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil9,5%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 5004,8%
  • Materiais impressosR$ 2902,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil11,9%
Ver as 3 campanhas anteriores
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 74 mil
13 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 12% · pessoas 74% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 74 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 16 mil21,9%
  • Materiais impressosR$ 9 mil11,6%
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil8,3%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil6,0%
  • Materiais impressosR$ 3 mil4,4%
  • Outras 7 categoriasR$ 35 mil47,7%
2012Vereador, Caçapava (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 80% · empresas 6% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil64,8%
  • Materiais impressosR$ 6828,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil26,9%
2008Vereador, Caçapava (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 48% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3307,6%
  • Outras 6 categoriasR$ 4 mil92,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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