Diógenes Almeida (Diógenes José de Oliveira Almeida) disputou 9 eleições entre 1994 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Tobias Barreto em 2016 e 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Tobias Barreto/SE: 14.872 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Tobias Barreto/SE, declarou R$ 176 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil do Fundo Partidário e R$ 16 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 164 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 60 mil), publicidade por adesivos (R$ 44 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 21 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 140 mil em 2016 e R$ 249 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
14.047 votos em 2020 · 9 eleições
A votação de Diógenes José de Oliveira Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 176 mil em receitas · R$ 164 mil em gastos
Diógenes Almeida declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Tobias Barreto (SE) em 2008, 2016 e 2020, e deputado estadual por Sergipe em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 176 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil do Fundo Partidário e R$ 16 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 164 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 60 mil) e publicidade por adesivos (R$ 44 mil). Em 2016, R$ 140 mil em gastos contratados; em 2014, 40% dos R$ 249 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2020R$ 176 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 164 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 140 milcontratados, campanha encerrada
Outras 6 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil35,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2006—GSE · 51 anos · Superior incompleto · Comerciante · PP · nº 11101 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE26GSE · 47 anos · Superior incompleto · Comerciante · PMN · nº 33111 · ver resultado completo
Coligação: PT / PC do B / PMN / PCB / PL
Prefeito · 2000—LTobias Barreto, Sergipe · 45 anos · Superior incompleto · Administrador · PMDB · nº 15 · situação constava como homologação de renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
Prefeito · 1996ELEITO8.095LTobias Barreto, Sergipe · 41 anos · Superior incompleto · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE8.565GSE · 39 anos · Superior incompleto · PPR · nº 11101 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.